Pensamento do Dia...

"É legítimo querer que nos amem por quem somos … mas é nossa a responsabilidade de sermos quem somos…fielmente."

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O Cavaleiro...

Coloquei esta história no blog, não só porque achei bonita, mas principalmente porque este tipo de arrependimento prossupõe evolução, aprendizagem.
Não podemos mudar o passado, mas podemos e devemos aprender com as nossas experiências, com as nossas dores e com as nossas alegrias.
Devemos perceber que agora, no momento presente já adquirimos mais conhecimento, para que na próxima oportunidade, possamos fazer melhor.
Hoje quero dedicar a todos os meus amigos que fielmente vêem este blog!
Obrigado!
"Certo dia, numa batalha, uma flecha atravessou-lhe a armadura e por pouco não lhe tirou a sua vida. Num relance, o cavaleiro vislumbra o paraíso, mas bem longe e, de qualquer maneira, fora de seu alcance. Vislumbra também o inferno, bem próximo dele e prestes a engoli-lo, porque há muito tempo se esquecera das suas promessas de bravo cavaleiro, tornando-se um bruto impenitente que matava, pilhava, violava. Tomado de temor salutar, tira a armadura, a espada e as manoplas de ferro e dirige-se ao eremitério de um monge famoso por sua santidade.
- Meu pai, desejo ser perdoado pelas minhas faltas, pois temo pela minha salvação. Farei a penitência que me indicares.
- Pois bem, meu filho, vai simplesmente encher de água este barrilzinho e traz-mo, responde o monge.
O cavaleiro irrita-se com a proposta do eremita, mas o medo do inferno é mais forte, e ele põe o barril sob o braço e dirig-see ao rio. Estupefato, vê o barril mergulhado na corrente recusar-se a encher! dirige-se a uma fonte que se precipita no curso d'água, mas o barril continua a não se encher. Precipita-se para o poço da aldeia, mas em vão.
Um ano depois, o velho monge vê chegar à porta de seu eremitério um pobre maltrapilho em farrapos, de pés ensanguentados e com um barril vazio debaixo do braço.
- Meu pai, diz o cavaleiro (já que era ele), fui a todos os rios, fontes e lagos do pais. Não pude encher vosso barril. Agora, com certeza, não me perdoareis os pecados. Ai de mim! Estou perdido pelos meus pecados. Como me arrependo deles!
E lágrimas lhe descem dos olhos.Eis que uma lágrima cai no barril. Num instante, este se enche até em cima, da mais bela água pura que a terra já viu.
Uma única lágrima de arrependimento."
Retirado da net

1 comentário:

Joana disse...

Amiga, como sabemos o choro é o melhor desbloqueador que existe.
É sempre um prazer ler as histórias que connosco partilhas.
Beijocas